Açoriano Oriental
8.572 mortes prematuras em quatro cidades da China devido à poluição do ar
Os altos níveis de partículas contaminantes no ar em quatro cidades chinesas provocaram este ano 8.572 mortes prematuras, estimam dados da Greenpeace e da Universidade de Saúde Pública de Pequim, tornados públicos esta terça-feira.
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Foto: ADRIAN BRADSHAW
Autor: Lusa/AO online

No documento são revelados os níveis de poluição das partículas de tamanho PM 2,5 – aquelas com diâmetro menos a 2,5 micras – em cidades como Pequim, Xangai, Cantão ou Xian, as maiores do norte, este, sul e oeste do país, respetivamente.

Segundo o estudo, se as cidades referidas cumprissem os limites estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde, as mortes por inalação destas partículas poderiam ser reduzidas em 81 %, no mínimo.

O impacto económico da poluição atmosférica, segundo o estudo centrado nas quatro cidades, é de 819 milhões de dólares anualmente, uma despesa que diminuiria até 160 milhões de euros casos os níveis de poluição estivessem de acordo com os padrões internacionais.

As partículas PM 2,5 são oriundas, principalmente, dos escapes dos automóveis e da combustão de carvão, uma das principais fontes de energia da China.

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