“Sinto-me mais em casa no Pico do que em qualquer outro sítio onde vivi”
Daniel Pena. Há 17 anos que chegou ao Pico para trabalhar como programador. Desde então, a ilha transformou-se na sua casa e deu origem a novas paixões, como a música, a chamarrita, a natureza e a sustentabilidade. Ambiciona documentar e preservar as diferentes danças tradicionais açorianas
