A Inteligência Artificial (IA) “não está a esvaziar o mercado de trabalho, está sim a mudar o que se pede a quem nele está”, afirma o presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, Gualter Couto, para quem o maior risco que os Açores correm não é o desemprego, mas o “agravamento do desajustamento entre quem procura emprego e as competências que as empresas precisam”. Para o professor e coordenador do Departamento de Gestão na Universidade dos Açores, Flávio Tiago, a IA vai levar a uma “potencialização de muitas das tarefas repetitivas e administrativas” nas empresas e na administração pública.