Óbito/Laborinho Lúcio

Sindicato dos guardas prisionais recorda "dedicação à Justiça"

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) manifestou "profundo pesar" pelo falecimento do antigo ministro da Justiça Álvaro Laborinho Lúcio, destacando "a sua bondade e dedicação à Justiça em sentido amplo"



"Recordaremos sempre a sua bondade e dedicação à Justiça em sentido amplo, quer como ministro da Nação, quer nos vários cargos que foi chamado a dedicar a sua douta mestria e a sapiente aplicação humana sempre em prol de um melhor funcionamento da Justiça", refere, em comunicado, o SNCPG.

Álvaro Laborinho Lúcio morreu a 23 de outubro, aos 83 anos, e, para o sindicato, com o seu falecimento "a Justiça em Portugal ficou mais pobre".

Nascido a 01 de dezembro de 1941 na Nazaré, Laborinho Lúcio foi secretário de Estado da Administração Judiciária e ministro da Justiça em 1990, durante o Governo de Aníbal Cavaco Silva, e ministro da Presidência para os Açores, em 2003, durante a Presidência de Jorge Sampaio.

Foi também procurador da República junto do Tribunal da Relação de Coimbra, inspetor do Ministério Público, procurador-geral-adjunto da República, e diretor da Escola da Polícia Judiciária e do Centro de Estudos Judiciários.

Mais recentemente, integrou a Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica Portuguesa.


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No segundo dia do julgamento das ex-auxiliares de educação acusadas de maus-tratos a crianças da creche da Casa do Povo de Rabo de Peixe, o tribunal ouviu educadoras e outras funcionárias. Juiz considerou que estas também deviam estar sentadas no banco dos réus, ao terem permitido que os maus tratos às crianças se prolongassem no tempo