Criminalidade

PJ detém suspeito de assalto a carrinhas de transporte de valores

PJ detém suspeito de assalto a carrinhas de transporte de valores

 

Lusa/AO online   Nacional   2 de Set de 2008, 17:14

A Polícia Judiciária (PJ), através da Direcção Central de Combate ao Banditismo, deteve na Amadora um homem suspeito de pertencer a um grupo que se dedicava à prática de assaltos à mão armada a carrinhas de transporte de valores.
A PJ deu assim como terminada a operação de desmantelamento de um grupo de cinco pessoas responsável por vários assaltos à mão armada a carrinhas de transporte de valores no concelho de Sintra, com a detenção do jovem de 24 anos.

    O grupo era constituído por “jovens com idades que rondam os 20 anos, com cadastro e que começaram cedo na prática de pequenos crimes”, disse hoje o coordenador da Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB) da Polícia Judiciária, Luís Neves, em conferência de imprensa.

    O jovem de 24 anos foi detido hoje na Amadora, e os restantes elementos do grupo “há três ou quatro meses”.

    Além da detenção do suspeito, a PJ apreendeu ainda inúmeras munições de calibre 9 milímetros, uma quantidade substancial de produto estupefaciente (heroína e haxixe), uma balança utilizada na actividade ligada ao tráfico de estupefacientes, cerca de cinco mil euros e ainda, inúmeros objectos de prova, designadamente gorros, luvas, passa-montanhas, adereços com os quais procurava dificultar a sua identificação durante os assaltos.

    Luís Neves explicou que o jovem detido hoje passou a dedicar-se ao tráfico de droga a partir do momento em que os seus cúmplices foram detidos.

    De acordo com a PJ, com esta detenção e no que respeita ao ano em curso, elevam-se a cerca de 60 (sessenta) as detenções efectuadas na área de assaltos à mão armada em instituições bancárias, carrinhas de transporte de valores e postos dos CTT, actividade que permitiu esclarecer a autoria de cerca de 135 inquéritos.

    Quanto ao assalto a uma carrinha de valores na A2 com recurso a explosivos, na madrugada de 20 de Agosto, Luís Neves adiantou que “a investigação está a decorrer”.

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