Açoriano Oriental
Marcelo lamenta morte do almirante Saldanha Lopes, ex-Chefe do Estado-Maior da Armada

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou a morte do almirante José Saldanha Lopes, ex-Chefe do Estado-Maior da Armada, que morreu na sexta-feira aos 76 anos.

Marcelo lamenta morte do almirante Saldanha Lopes, ex-Chefe do Estado-Maior da Armada

Autor: Lusa

“O Presidente da República lamenta o falecimento do Almirante José Saldanha Lopes e envia as mais sentidas condolências à família, aos amigos e à Armada Portuguesa”, pode ler-se numa nota publicada na página da internet da Presidência a República.

Saldanha Lopes, que nasceu em Lisboa a 05 de agosto de 1949, morreu na sexta-feira, aos 76 anos.

Na mesma nota, o Presidente da República destaca que Saldanha Lopes se constituiu "como uma ilustre personalidade da vida militar portuguesa" e que foi "várias vezes agraciado pelo Estado Português, nomeadamente com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo e com a Ordem Militar de Avis".

"Particularmente relevante foi a sua intervenção no resgate de civis na Guiné-Bissau, em 1998", considerou o Presidente da República.

O almirante Saldanha Lopes foi Chefe do Estado-Maior da Armada entre 30 de novembro de 2010 e novembro de 2013.

José Saldanha Lopes entrou na Escola Naval em 1968, tendo-se especializado em comunicações, chegando depois a ser instrutor nesta área.

Foi promovido a oficial superior em 1985 e desempenhou funções no Comando Naval, no Comando-Chefe das Forças Armadas nos Açores, no Estado-Maior da Armada, na Força Naval Permanente do Atlântico, na Missão Militar Portuguesa em Bruxelas e foi também Chefe do Estado-Maior do Comando Naval.

Foi promovido a Capitão-de-Fragata em 1992 e em 1993 tornou-se no primeiro Comandante da Esquadrilha de Helicópteros da Marinha, na base aérea do Montijo.

Em 1996 assumiu o comando da fragata Corte Real, tendo participado na operação de resgate de civis e restabelecimento da paz na Guiné-Bissau em 1998 e na Operação ‘Allied Force’, no Kosovo, em 1999.

Em 2006 assumiu o cargo de Subchefe do Estado-Maior da Armada e depois de promovido a vice-almirante assumiu funções de Comandante Naval e de Comandante da European Maritime Force (EUROMARFOR), cargos que ocupou até à nomeação como Chefe do Estado-Maior da Armanda em 2010, já depois de ter sido promovido a almirante.

Foi agraciado, entre outras distinções, com o grau de cavaleiro da Ordem Militar de Avis.

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