Autor: Lusa / Ao online
Os monárquicos recordam aquele que foi o primeiro Rei português do século XX com uma homenagem no Terreiro do Paço, em Lisboa, precisamente no local onde D. Carlos e o seu filho primogénito foram assassinados em 1908.
A homenagem contará com a participação de elementos do Colégio Militar e de dois regimentos das Forças Armadas, o que motivou um protesto do Bloco de Esquerda por serem unidades militares e instituições afectas ao Ministério da Defesa.
Ainda no dia 01 de Fevereiro, haverá uma missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, seguindo-se um tributo nos túmulos do Rei e do príncipe no Panteão Real, na Igreja de São Vicente de Fora.
Em Cascais, junto à Cidadela, será inaugurada uma estátua do monarca, da autoria do escultor Luís Valadares, e na qual marcará presença o Presidente da República, e no Aquário Vasco da Gama, no Dafundo, abre ao público uma exposição que revela a faceta de oceanógrafo de D. Carlos.
Associando-se à efeméride, a Cinemateca exibirá a partir do dia 01 um ciclo de cinema intitulado "Regicídios", que começa com um pequeno filme mudo, cujo autor é desconhecido, que regista os funerais de D. Carlos e Luís Filipe, a 08 de Fevereiro de 1908.
Nos dias que antecedem a data exacta da efeméride, assim como nas semanas seguintes, estão previstos vários colóquios e debates destinados a recordar a vida e obra de D. Carlos, a reflectir sobre o papel da monarquia e as implicações políticas do regicídio.
No dia 31, quinta-feira, a comissão "D. Carlos - 100 anos", organiza a conferência "D. Carlos, um rei constitucional", com a participação do historiador Rui Ramos, na Universidade Católica, em Lisboa.
Em Castro Verde, Beja, nesse mesmo dia, o regicídio será o tema de um debate com o jornalista Jorge Morais e o historiador Luís Vaz.
Sendo o dia da morte do Tei e do príncipe, 01 de Fevereiro de 1908 foi também o da morte dos autores do atentado, abatidos no local onde ocorreu o regicídio.
Manuel Buíça e Alfredo Costa, os autores do regicídio, serão recordados na quinta-feira numa romagem que um grupo de cidadãos realiza ao cemitério do Alto de São João, em Lisboa, onde estão sepultados.
A romagem é organizada pela comissão instaladora da Associação Promotora do Livre Pensamento e pretende ser uma “discreta” homenagem.
Segunda-feira, o historiador António Reis e os jornalistas António Valdemar e Jorge Morais, debatem, na Biblioteca Museu da República e Resistência, em Lisboa, "os cinco dias que abalaram Portugal: da intentona da Biblioteca ao regicídio".
Esta semana, o Museu Nacional da Imprensa, no Porto, inaugura a exposição “As Manchetes do Regicídio”, que apresenta várias primeiras páginas de jornais do início do século XX que relatam aquele acontecimento.
Na quarta-feira a Aliança Internacional Monárquica Portuguesa lança em Lisboa o livro "Dossier do regicídio - o processo desaparecido", de vários autores, que tenta seguir o rasto do processo judicial levantado a 03 de Fevereiro de 1908, na sequência do regicídio, e cujo paradeiro é desconhecido.
No próximo sábado, a RTP estreia no horário nobre uma série de seis episódios, "O dia do regicídio", realizada por Fernando Vendrell, com argumento de Filipe Homem Fonseca e Mário Botequilha.
Entretanto os monárquicos fizeram circular uma petição que contam entregar no parlamento, em que propõem que o dia 01 de Fevereiro seja declarado dia de luto nacional.
A petição encontra-se on-line em http://www.petitiononline.com/1fev2008, reuniu já cerca de 4.000 assinaturas, as necessárias para ser entregue no parlamento e desça ao plenário.
"Este dia tem apenas um sentido simbólico e é a oportunidade do Estado português desagravar a memória de um Rei que era o chefe de um Estado democrático", disse à Lusa António de Sousa Cardoso, presidente da Causa Real.
Até 2013, quando passarem 150 anos do nascimento de D. Carlos, a Comissão "D. Carlos - 100 anos", que tem o alto patrocínio da Fundação D. Manuel II, tem previstas várias iniciativas no âmbito cultural, científico e desportivo.
Duarte Pio de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, considera estas iniciativas da comissão uma homenagem a "um português que entregou a vida pela pátria".
A homenagem contará com a participação de elementos do Colégio Militar e de dois regimentos das Forças Armadas, o que motivou um protesto do Bloco de Esquerda por serem unidades militares e instituições afectas ao Ministério da Defesa.
Ainda no dia 01 de Fevereiro, haverá uma missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, seguindo-se um tributo nos túmulos do Rei e do príncipe no Panteão Real, na Igreja de São Vicente de Fora.
Em Cascais, junto à Cidadela, será inaugurada uma estátua do monarca, da autoria do escultor Luís Valadares, e na qual marcará presença o Presidente da República, e no Aquário Vasco da Gama, no Dafundo, abre ao público uma exposição que revela a faceta de oceanógrafo de D. Carlos.
Associando-se à efeméride, a Cinemateca exibirá a partir do dia 01 um ciclo de cinema intitulado "Regicídios", que começa com um pequeno filme mudo, cujo autor é desconhecido, que regista os funerais de D. Carlos e Luís Filipe, a 08 de Fevereiro de 1908.
Nos dias que antecedem a data exacta da efeméride, assim como nas semanas seguintes, estão previstos vários colóquios e debates destinados a recordar a vida e obra de D. Carlos, a reflectir sobre o papel da monarquia e as implicações políticas do regicídio.
No dia 31, quinta-feira, a comissão "D. Carlos - 100 anos", organiza a conferência "D. Carlos, um rei constitucional", com a participação do historiador Rui Ramos, na Universidade Católica, em Lisboa.
Em Castro Verde, Beja, nesse mesmo dia, o regicídio será o tema de um debate com o jornalista Jorge Morais e o historiador Luís Vaz.
Sendo o dia da morte do Tei e do príncipe, 01 de Fevereiro de 1908 foi também o da morte dos autores do atentado, abatidos no local onde ocorreu o regicídio.
Manuel Buíça e Alfredo Costa, os autores do regicídio, serão recordados na quinta-feira numa romagem que um grupo de cidadãos realiza ao cemitério do Alto de São João, em Lisboa, onde estão sepultados.
A romagem é organizada pela comissão instaladora da Associação Promotora do Livre Pensamento e pretende ser uma “discreta” homenagem.
Segunda-feira, o historiador António Reis e os jornalistas António Valdemar e Jorge Morais, debatem, na Biblioteca Museu da República e Resistência, em Lisboa, "os cinco dias que abalaram Portugal: da intentona da Biblioteca ao regicídio".
Esta semana, o Museu Nacional da Imprensa, no Porto, inaugura a exposição “As Manchetes do Regicídio”, que apresenta várias primeiras páginas de jornais do início do século XX que relatam aquele acontecimento.
Na quarta-feira a Aliança Internacional Monárquica Portuguesa lança em Lisboa o livro "Dossier do regicídio - o processo desaparecido", de vários autores, que tenta seguir o rasto do processo judicial levantado a 03 de Fevereiro de 1908, na sequência do regicídio, e cujo paradeiro é desconhecido.
No próximo sábado, a RTP estreia no horário nobre uma série de seis episódios, "O dia do regicídio", realizada por Fernando Vendrell, com argumento de Filipe Homem Fonseca e Mário Botequilha.
Entretanto os monárquicos fizeram circular uma petição que contam entregar no parlamento, em que propõem que o dia 01 de Fevereiro seja declarado dia de luto nacional.
A petição encontra-se on-line em http://www.petitiononline.com/1fev2008, reuniu já cerca de 4.000 assinaturas, as necessárias para ser entregue no parlamento e desça ao plenário.
"Este dia tem apenas um sentido simbólico e é a oportunidade do Estado português desagravar a memória de um Rei que era o chefe de um Estado democrático", disse à Lusa António de Sousa Cardoso, presidente da Causa Real.
Até 2013, quando passarem 150 anos do nascimento de D. Carlos, a Comissão "D. Carlos - 100 anos", que tem o alto patrocínio da Fundação D. Manuel II, tem previstas várias iniciativas no âmbito cultural, científico e desportivo.
Duarte Pio de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, considera estas iniciativas da comissão uma homenagem a "um português que entregou a vida pela pátria".