Abertura da iluminação de Natal na cidade de Lagoa

Na próxima terça-feira, dia 7 de dezembro, a partir das 18 horas, decorre a abertura da iluminação de Natal, nas ruas da cidade de Lagoa, com destaque para a inovação feita num troço da Rua de 25 de abril, paralela à Praça de Nossa Senhora do Rosário, refere nota de imprensa.



Por todo o concelho de Lagoa, as principais ruas e praças irão encher-se de luz e música para colorir e animar a quadra natalícia.


O programa inclui a atuação da fanfarra do Agrupamento de Escuteiros n.º 1290 de Santa Cruz, num percurso que passará pelo Largo de Sainte-Thérèse; pela rua 25 de Abril; pela praça de N. Sra. do Rosário e pela rua Dr. José Pereira Botelho.


As crianças do Centro de Atividades de Tempos Livres (CATL) de Lagoa terão oportunidade de enviar uma carta ao Pai Natal, que será depositada no correio da casinha do Pai Natal, situada na Praça de Nossa Senhora das Graça.


A partir das 18h30, as mesmas crianças animarão um coro infantil com as suas músicas natalícias. Seguir-se-á, no mesmo local, a atuação do Grupo de Cantares Vozes do Monte Santo e do Grupo Som do Vento.


Numa aposta tradicional, emocional e de verdadeiro espírito natalício, este dia culminará com a atuação, da Fanfarra do Agrupamento de Escuteiros 798 do Cabouco, que irá tocar na rua 25 de Abril e na praça de N. Sra. do Rosário.


A praça de Nossa Senhora do Rosário irá acolher este momento cultural e tradicional, por forma a dar destaque às instituições do concelho e porque a edilidade lagoense pretende valorizar, dando primazia ao que melhor se realiza no concelho.


A Câmara Municipal de Lagoa, e apesar de ainda ser uma festividade contida e limitada devido à pandemia, quer aproveitar esta época natalícia para realçar as tradições culturais do concelho, permitindo que todos os lagoenses sintam e vivam esta efeméride com harmonia.


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A Marinha Portuguesa, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada, coordenou, esta terça-feira, o resgate de um tripulante de 42 anos, de nacionalidade cabo-verdiana, que se encontrava em dificuldades após ter sofrido uma queda a bordo do navio mercante em que navegava, a cerca de 203 milhas náuticas a sudeste da ilha Terceira