PSD, CDS e PPM dos Açores querem “corrigir injustiça” relativa a presidentes de junta a meio tempo

Os grupos parlamentares do PSD, CDS-PP e PPM, que suportam o Governo dos Açores, querem “corrigir a injustiça” que impede os presidentes de juntas de freguesia de exercerem o mandato a meio tempo, se forem simultaneamente funcionários públicos.



A deputada social-democrata, Sabrina Furtado, que apresentou a anteproposta de lei que altera a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, na delegação da Assembleia Legislativa Regional de São Miguel, em Ponta Delgada, declarou que a proposta visa “fazer justiça aos presidentes de junta de freguesia que requeiram exercer os seus mandatos a meio tempo, que sejam trabalhadores da função pública”.

A proposta, que foi entregue na Assembleia Legislativa dos Açores, segundo uma nota de imprensa, defende que “passe a ser possível que o presidente de junta de freguesia que seja trabalhador da administração pública, e como tal, em regra, em regime de exclusividade, possa acumular com o exercício de funções a meio tempo e usufrua da remuneração correspondente, em igualdade de circunstâncias com os do setor privado”.

A parlamentar considera que “esta incompatibilidade cria grandes constrangimentos e total desigualdade em relação aos trabalhadores do setor privado, que não são sujeitos ao mesmo regime de exclusividade dos trabalhadores em funções públicas”.

Para a deputada, esta anteproposta de lei “valoriza o trabalho de todos os presidentes e executivos das juntas de freguesia, de forma transversal e com igualdade de acesso, permitindo-lhes servir cada vez melhor as suas populações e todos os açorianos”.

Sabrina Furtado apelou à união de todos os partidos dos Açores” na aprovação da anteproposta de lei na Assembleia Legislativa, que passará a ser uma proposta de lei dos Açores na Assembleia da República, iniciativa que “servirá não só a região, mas todo o país”.


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