Açoriano Oriental
Cerca de mil aves passaram pelos centros de reabilitação

Açores têm atualmente uma rede de três Centros de Reabilitação de Aves Selvagens, no Corvo, Pico e São Miguel. Desde a criação do primeiro centro, em 2010, já foram tratadas cerca de mil aves de várias espécies.


Foto: Direitos Reservados
Autor: Rui Jorge Cabral

Os três Centros de Reabilitação de Aves Selvagens (CERAS) dos Açores acolheram e trataram cerca de mil aves de várias espécies - algumas delas raras - durante a última década.

Um número que foi revelado ao Açoriano Oriental pela Direção Regional do Ambiente, que tutela os centros, através dos Parques Naturais de Ilha. O primeiro CERAS surgiu no Corvo, em 2010, seguindo-se o Pico, em 2015 e São Miguel, em 2016, abrangendo desta forma os três grupos de ilhas do arquipélago dos Açores. O CERAS de São Miguel está instalado na Quinta de São Gonçalo, no edifício do antigo hospital veterinário Alice Moderno.

O papel dos Centros de Reabilitação de Aves Selvagens dos Açores é o de acolher e tratar aves selvagens feridas, debilitadas e com a sua vida em risco, promovendo a sua reabilitação para as devolver, mais tarde, ao seu meio natural. Nalguns casos, isso já não é possível e as aves acabam por morrer, mas a taxa de sucesso na reabilitação de aves feridas e na sua devolução ao meio ambiente é muito elevada.

Paralelamente, os CERAS desenvolvem também um importante trabalho de sensibilização ambiental junto da população, sobretudo as crianças e jovens em idade escolar, divulgando o seu trabalho e promovendo o conhecimento das aves selvagens residentes e migratórias que podem ser avistadas no arquipélago, mas também a importância da manutenção da biodiversidade.

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