Um braço deslocado foi a gota de água para o pai da pequena “Leonor” (nome fictício): após meses a ouvir a sua filha a queixar-se de uma das auxiliares do Centro de Apoio à Criança n.º1, da Casa do Povo de Rabo de Peixe, uma das quatro que foram alvo de uma queixa-crime por parte das instituições, o encarregado de educação avançou com uma denúncia na creche.
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