Futsal

Seleccionador diz que Portugal ficou "mais forte" após duplo confronto com Brasil


 

Lusa/AO   Futebol   27 de Set de 2007, 06:13

O seleccionador português de futsal, Orlando Duarte, considerou hoje que Portugal ficou “mais forte” após o duplo confronto com o Brasil em São João da Madeira, saldado com derrotas por 7-3 e 4-2.
“Hoje saímos daqui mais fortes, sólidos e consistentes. A jogar desta forma, como na segunda parte, temos maior esperança no futuro. Melhorámos muito em relação ao primeiro jogo, principalmente em termos defensivos, frente àquela que considero ser a melhor selecção do Mundo”, disse.

    Orlando Duarte lembra que Portugal está em “pré-época” há dois anos e meio - como país organizador do Europeu, de 16 a 25 de Novembro, em Gondomar e Santo Tirso, ficou isento da fase de apuramento - e que só nas duas ultimas semanas é que vai poder trabalhar a equipa a seu gosto: “é complicado tirar aos jogadores o ‘chip’ dos clubes e meter o da selecção, onde os trabalhos são distintos, com influência no rendimento dos atletas”.

    “No Europeu vamos encontrar adversários fortes e hoje criámos muitas dificuldades a uma selecção fantástica. Conseguimos erradicar muitos erros cometidos terça-feira. São estas pequenas coisas que temos de superar para em grandes competições internacionais chegarmos onde queremos”, vincou.

    Portugal vai ainda defrontar a Grécia, a 30 e 31 de Outubro, e, a 02 de Novembro, entra no estágio final em Gondomar, interrompido um dia para convívio dos atletas com as respectivas famílias.

    “Acredito que com pouco tempo de trabalho é possível pôr uma equipa a jogar. Nessas duas semanas confio que vamos crescer ainda mais para no final sermos mais fortes do que os outros”, concluiu.

    Por seu lado, Paulo César, seleccionador do Brasil, elogiou os progressos lusos dos 7-3 de terça-feira para os 4-2 de hoje.

    “Depois de um jogo atípico, Portugal esteve bem melhor, num desafio mais de acordo com o valor das equipas. De qualquer forma, controlámos e finalizámos bem em momentos cruciais”.
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