"Há estabilidade social, política, uma proximidade dos EUA, Canadá, do continente português. Queremos mostrar às pessoas que podem vir para cá trabalhar", sublinhou Luís Leal, da Invest in Azores, em declarações à agência Lusa no espaço da agência na Web Summit.
Os objetivos da entidade são "tentar comunicar as vantagens competitivas dos Açores" para investimentos externos: as mais-valias vão do plano fiscal até às taxas de comparticipação de fundos estruturais, sustenta Luís Leal.
A "promoção e facilitação de iniciativas de negócios no arquipélago dos Açores" é o objetivo da Invest in Azores, e na Web Summit houve já "várias demonstrações de interesse", até porque os Açores são "mais do que turismo", vinca o responsável da agência.
A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.
Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil 'startups', 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.
A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.
