Família da jornalista da Al Jazeera morta da Cisjordânia elogia inquérito do FBI

A família de Shireen Abu Akleh, a jornalista norte-americana de origem palestiniana morta durante uma operação militar israelita na Cisjordânia ocupada, considerou a abertura do inquérito "uma etapa importante".



O FBI (autoridades policiais norte-americanas) deve proceder à investigação sobre as circunstâncias da morte de Shireen, refere a família.

"Este é um passo importante para a responsabilização e para a nossa família é um passo importante no sentido da justiça para Shiree", dizem os familiares da jornalista numa declaração transmitida pela rede social Twitter.

Os familiares consideram que as autoridades norte-americanas (FBI) têm a responsabilidade de investigar, sobretudo quando se trata de um cidadão dos Estados Unidos morto no estrangeiro.

No comunicado, a família frisa que a "responsabilidade" das autoridades dos Estados Unidos - no sentido do inquérito - "é maior" porque a jornalista foi morta por militares estrangeiros (israelitas).

Shireen de 51 anos, trabalhava para a cadeia de televisão Al Jazeera quando foi atingida por disparos do Exército de Israel, durante confrontos na Cisjordânia, no passado mês de maio. 

 


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