Berta Cabral desvaloriza críticas de Carlos César

Berta Cabral desvaloriza críticas de Carlos César

 

Lusa/Aonline   Regional   2 de Dez de 2011, 10:36

A presidente do PSD/Açores, Berta Cabral, desvalorizou hoje as críticas feitas pelo presidente do governo regional sobre a alegada impreparação dos social-democratas para assumirem o poder, recordando que os socialistas conduziram a região a uma situação “calamitosa”.

“Levaram a região a uma situação calamitosa, de pré-falência, com um ‘rating’ das agências de notação financeira que é lamentável”, afirmou Berta Cabral, frisando que “não vale a pena atirar as responsabilidades para quem não está no governo há 16 anos”.

A líder regional social-democrata respondia a Carlos César, presidente do executivo regional e do PS/Açores, que, no discurso de encerramento do debate parlamentar sobre o Plano e Orçamento para 2012, acusou o PSD de não estar preparado para assumir o poder na região.

“O PSD tem procurado fazer uma oposição construtiva, apresentando propostas”, salientou Berta Cabral, acrescentando que “o governo está nervoso e é mais oposição do que a oposição”.

Para a líder do PSD/Açores, “as pessoas não gostam de guerrilha destrutiva, mas de uma oposição que apresente propostas”.

“O presidente do governo faz um discurso destrutivo, repetindo propostas que anda a anunciar há 16 anos”, salientou, reafirmando que “os Açores precisam de mudar de governo, de política e de partido”.

Berta Cabral falava aos jornalistas durante uma visita ao Mercado da Graça, na qualidade de presidente da Câmara de Ponta Delgada, onde visitou as obras de requalificação da zona de venda de artesanato.

O investimento de cerca de 11 mil euros permitiu “dar mais qualidade e mais espaço” às nove lojas ali existentes, tendo Berta Cabral anunciado que a autarquia não vai aumentar o preço das rendas no mercado municipal no próximo ano.

Nesta visita, Berta Cabral destacou ainda a importância dos produtos regionais, defendendo a necessidade de “estimular a produção”.

A líder do PSD/Açores reafirmou a importância de ser criado um “verdadeiro mercado interno”, que permita colocar produtos excedentários numa ilha noutra zona do arquipélago


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