A saída da Ryanair dos Açores, a 29 de março de 2026, retirou quatrocentos mil lugares por ano do mercado e abriu uma ferida de entre 143 e 165 milhões de euros no tecido económico regional. Na Páscoa de 2026, mais de metade das unidades de alojamento local registaram taxas de ocupação inferiores a 50%, e um terço não tinha qualquer reserva. Mas a partida da companhia irlandesa não criou o problema....
Como a IA reposiciona o turismo dos Açores
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