Há uma cena que se repete com uma regularidade quase cómica, em Ponta Delgada como em Londres, em Angra do Heroísmo como em Nova Iorque ou em Tóquio: jovens com smartphones na mão, olhos fixos nos ecrãs, dedos que deslizam com uma rapidez que desconcerta qualquer adulto. Tendemos a ver nisso uma distração, e, quando não, uma ameaça....
