Os MANTRA NOSTRUM, formado por Maria Carolina e Paulo Bettencourt, surgiu em 2022, “fruto da admiração mútua, do trabalho desenvolvido por cada um de nós”, diz o duo sublinhando que “nasce da vontade de criar um novo universo musical, que dê um fôlego válido às nossas experiências, vivências, diversidades e pluralidades existenciais e culturais”.
‘Sob um Céu a Sul’, apresenta uma linha musical que reflete tudo aquilo que “fundamos nos contornos da nossa inspiração”, ou seja, “construímos mundos que pretendemos partilhar com o grande público”. Os temas são todos originais e a “grande maioria fará parte do nosso primeiro álbum, a lançar já no final deste ano. Porém, haverá tempo para testar ao vivo sonoridades e alguns novos temas, que poderão ou não fazer parte de um segundo álbum. O tempo o dirá… No fundo, estamos muito curiosos e expectantes com a possibilidade de os podermos estrear ao vivo”, referem.
Questionados sobre como foi preparar estes temas e se tiveram alguma inspiração, os MANTRA NOSTRUM, adiantam que cada tema é “muito especial para nós e nasce de uma história muito própria. A nossa originalidade também reside nesta mistura, de aproveitarmos vivências passadas e ousar ceder ao apelo de as moldar ao sabor do contemporâneo”, acrescentando que “entre uma lógica de um tempo, marcado pelo ritmo e compasso do nosso dia-a-dia, do mar que nos rodeia, da terra que pisamos e o marco intemporal, do nosso silêncio, da nossa espera, da nossa urgência inquieta de querer transformar o que parece impossível, o nosso espaço interior...”.
Pretendem que o público faça, não só um viagem que “será sempre um convite à oportunidade, à contemplação, à escuta, ao toque da alma, aos sentidos que ainda não se manifestaram mas que a partir do ‘amanhã’ passam a ser inesquecíveis e inseparáveis de nós”, bem como querem “falar de amor, de compreensão, de paz entre mundos, de consciências e de tornar o fado das tristezas numa dança alegre. A vida está à nossa espera. Creio que quem for ao concerto levará consigo alguma mensagem. Qual? Não sabemos, cada um descobrirá”.
Sem querer entrar em expetativas, o que gostavam mesmo é que “as pessoas nos dessem uma oportunidade e nos acompanhassem nesta viagem. Só uma presença conjunta fará sentido para podermos partilhar verdadeiramente os nossos afetos e emoções. Façam a mala e venham ter connosco!”.
