Armando Álvares Pereira

Opinião

O cálcio que deitamos fora

Todos os dias, nas padarias de Ponta Delgada, nas pastelarias da Ribeira Grande, nas marisqueiras da Horta e nos restaurantes de toda a costa açoriana, usam-se quantidades significativas de cascas de ovo e de conchas de lapas, de mexilhão e de outros bivalves. O destino habitual é o contentor do indiferenciado, o aterro ou o caminho rápido para os subprodutos de baixo valor. Ao mesmo tempo, os lavradores...

Conteúdo exclusivo para subscritores.

Estar informado custa menos do que um café por dia!

Inclui acesso à totalidade das edições impressas, em formato digital, dos jornais e dos respetivos suplementos semanais ou da revista.

Mais artigos de Armando Álvares Pereira


Cada ilha açoriana, o seu cérebro de energia

A fatura mensal da eletricidade que chega a um talho nas Velas, a um operador de turismo nos Biscoitos ou a uma família nos Cedros reflete uma realidade raramente discutida na Assembleia regional:...

Do pasto ao QR code: o futuro do leite

Imagine, por um momento, que está num supermercado em Tóquio. À sua frente, duas embalagens de queijo: uma japonesa por 4€, outra dos Açores por 8€. Qual escolheria? A resposta mudaria por completo...

Como a IA reposiciona o turismo dos Açores

A saída da Ryanair dos Açores, a 29 de março de 2026, retirou quatrocentos mil lugares por ano do mercado e abriu uma ferida de entre 143 e 165 milhões de euros no tecido económico regional. Na Páscoa...

IA nos Açores: o humano amplificado

A pergunta que mais ouço nas organizações açorianas, quando o tema é inteligência artificial, não é técnica. É humana: “Isto vai substituir as pessoas?” A resposta é não, e a razão pela qual é não é,...

Clube de Dados: jovens em desafios reais

Há uma cena que se repete com uma regularidade quase cómica, em Ponta Delgada como em Londres, em Angra do Heroísmo como em Nova...

O novo técnico agrícola é um chatbot

Imagine a cena: está no campo, ao fim da tarde, num sábado, e nota manchas estranhas nas folhas das plantas do seu campo, ou um animal com sinais de doença que ontem não existiam. A questão que se impõe...

Depois da Ryanair, uma nova oportunidade!

A partir de 29 de março de 2026, a Ryanair encerrou todas as suas rotas para os Açores. São seis ligações a menos, cerca de 400 mil lugares anuais que simplesmente desaparecem. O choque é real,...

PUB