São quatro da manhã em São Roque, em Rabo de Peixe e nas Lajes do Pico. Os pescadores verificam os motores e partem para o Atlântico em suas pequenas embarcações. Sabem o que costumam pescar nesta semana de maio, sabem onde lançaram a arte da última vez, sabem o que o vizinho disse na taberna. Não sabem com precisão o que vão trazer hoje. Não sabem se o atum subiu três graus para o norte. Não sabem...
A lota com cérebro: o que entra amanhã pelo cais
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