Açoriano Oriental
Rastreios permitiram detetar 600 cancros nos Açores

Rastreio ao cancro da mama foi o primeiro a ser implementado, mas atualmente estão a decorrer rastreios ao cancro do colo do útero, ao cólon e reto, e ao cancro da cavidade oral. Contudo, as taxas de participação nos três últimos estão abaixo dos 50%

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Foto: Eduardo Resendes/Arquivo AO
Autor: Paula Gouveia

Nos Açores, estão em implementação atualmente quatro rastreios organizados de base populacional que já permitiram detetar cerca de 600 casos de cancro.
“Já detetamos cerca de 600 casos de cancro com estes programas de rastreio, e na sua esmagadora maioria em estado precoce”, adianta Raul Rego, presidente do Centro de Oncologia dos Açores (COA), entidade responsável pelos programas organizados de rastreio de base populacional na Região.

E como salienta o responsável, a deteção precoce do cancro “é um ganho”, não só “do ponto de vista humano, pelo sofrimento que evita, e do ponto de vista da qualidade de vida das pessoas; mas também do ponto de vista económico, para o erário das famílias e o erário público”. Como sublinha Raul Rego, “um cancro que está num estádio mais avançado pode custar [ao Serviço Regional de Saúde] mais de 100 mil euros”. 


Reportagem completa na edição desta quarta-feira, 5 fevereiro 2020, do jornal Açoriano Oriental


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