“São vários os desafios que temos pela frente e a que temos de nos habituar com um exercício de eficácia e eficiência”, afirmou José Manuel Bolieiro na receção de Ano Novo, realizada na terça-feira, no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada.
Na ocasião, Bolieiro alertou para a necessidade de reforçar a capacidade de resposta das instituições e a eficácia dos procedimentos, sublinhando que a Região terá de atuar com rigor e eficiência para maximizar resultados num contexto de grande exigência.
Nesse sentido, referiu que, com a reta final do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que classificou como “muito importante, exigente e significativo”, a concretização integral deste instrumento dependerá do cumprimento dos marcos e metas previamente definidos. Acrescentou ainda que o PRR tem permitido executar investimentos estruturantes na Região, “que, porventura, de outro modo, não seriam realizados”, reforçando a importância de garantir o aproveitamento total do envelope financeiro disponível, dentro do calendário previsto.
Além do PRR, José Manuel Bolieiro destacou igualmente a nova dinâmica do quadro plurianual de financiamento europeu, no âmbito da Agenda 2030, explicando que a execução dos fundos passa agora por critérios mais rigorosos e por obrigações de execução anual, sob pena de as verbas não utilizadas não transitarem para os anos seguintes.
Neste contexto, sublinhou que o desafio para as instituições públicas e para os beneficiários privados será cumprir prazos e metas com maior rapidez, precisão e capacidade operacional, de forma a não perder oportunidades de investimento e desenvolvimento.
