Morreu o cavaleiro tauromáquico Joaquim Bastinhas


 

Lusa/Ao online   Nacional   1 de Jan de 2019, 19:36

 O cavaleiro tauromáquico Joaquim Manuel Carvalho Tenório, conhecido por Joaquim Bastinhas, morreu esta segunda feira em Lisboa, aos 62 anos, disse à agência Lusa fonte do Hospital da Cruz Vermelha.

O cavaleiro tauromáquico, vítima de doença prolongada, encontrava-se internado naquela unidade hospitalar desde 05 de novembro último.

Nascido em 08 de março de 1956, em Elvas, era pai do também cavaleiro tauromáquico Marcos Tenório. Casado com Helena Maria Gonçalves Nabeiro Tenório, tinha outro filho, Ivan Tenório.

Joaquim Bastinhas – que comemorou este ano 35 anos de alternativa – recebeu-a em 15 de maio de 1983, das mãos do cavaleiro José Mestre Batista, com o testemunho de João Moura.

Apresentou-se como cavaleiro amador com 12 anos, por ocasião do tradicional festejo de Carnaval, na Monumental do Campo Pequeno, em 02 de fevereiro de 1969.

Desde então fez-se anunciar pela alcunha de Bastinhas, nome pelo qual o seu pai, Sebastião Tenório, que fora cavaleiro tauromáquico amador, era conhecido.

A 15 de Maio de 1983 tomou a alternativa de cavaleiro tauromáquico na praça de toiros de Évora, na tradicional corrida de concurso de ganadarias.

Confirmou-a no Campo Pequeno a 14 de julho de 1983, com João Palha Ribeiro Telles como padrinho e Paulo Caetano como testemunha.

Em 1984 encerrou-se na lide de seis toiros Murteira Grave, na praça de toiros "Carlos Relvas", em Setúbal.

Cavaleiro de estilo popular, além das praças de Portugal continental e ilhas, Joaquim Bastinhas atuou em Espanha, França, Grécia, Macau e México ao longo de 35 temporadas como cavaleiro de alternativa.

A 10 de julho de 2008, de novo no Campo Pequeno, concedeu a alternativa ao seu filho Marcos Tenório Bastinhas.

Afastado das arenas duas temporadas, devido a um grave acidente sofrido com um trator em setembro de 2015, reapareceu este ano nas arenas atuando em julho, na Figueira da Foz, e em setembro, em Elvas, voltando a ser apoderado por Rogério Amado.

Até ao momento desconhecem-se os pormenores das cerimónias fúnebres.



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