Açoriano Oriental
Governo açoriano prevê para breve discussão pública do Plano Regional para Inclusão Social

O Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) prevê para breve o início da discussão pública do Plano Regional para a Inclusão Social e a Cidadania (PRISC), que pretende diminuir a pobreza na região até 2028, foi hoje anunciado.

Governo açoriano prevê para breve discussão pública do Plano Regional para Inclusão Social

Autor: Lusa


Segundo um comunicado da vice-presidência do executivo, o PRISC, elaborado com a coordenação do professor José Manuel Mendes, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, “já foi entregue ao Governo dos Açores, prevendo-se o início da sua discussão pública para breve”.

“O objetivo geral do PRISC, que terá incidência sobre o período de 2024 a 2028, é diminuir a pobreza monetária em 50% na Região Autónoma dos Açores até 2028”, lê-se.

O vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima, citado na nota, considerou que o documento concretiza uma “nova abordagem à pobreza”, visando “quebrar a sua reprodução intergeracional” e “reduzir a sua incidência na região”.

“Acreditamos que o PRISC é uma verdadeira resposta integrada, com ações e medidas articuladas e coerentes, para atuar face ao problema persistente da pobreza e, assim, incluir cidadãos em situação de vulnerabilidade social”, defende.

Ainda de acordo com Artur Lima, o plano é baseado numa “articulação entre diferentes áreas de intervenção” e contempla “cinco dimensões estratégicas fundamentais”, concretamente o rendimento, a educação e formação, o trabalho, a habitação e a saúde.

“Incluir pessoas passa por assegurar igualdade de oportunidades educativas para todos, bem como reforçar a política de rendimentos e de inserção laboral. Mas incluir pessoas implica também melhorar as condições habitacionais das famílias e possibilitar que acedam a uma saúde de qualidade”, vincou.

O vice-presidente do Governo Regional dos Açores salientou ainda que o PRISC pretende considerar o “ciclo de vida de toda a população”, não esquecendo de “ponderar as necessidades particulares de grupos especialmente frágeis como é o caso das pessoas com deficiência, pessoas com doença mental ou indivíduos com doenças crónicas”.

Segundo a fonte, o plano terá ainda de ser analisado e aprovado em reunião do Conselho do Governo dos Açores.


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