Conselho Nacional do PP vai aprovar reorganização interna


 

Lusa/AO Online   Nacional   29 de Ago de 2011, 08:32

O Conselho Nacional do CDS-PP reúne-se hoje em Lisboa aprovar uma proposta para a reorganização interna do partido, que inclui a eleição do vereador lisboeta António Carlos Monteiro como secretário-geral.

A ordem de trabalhos da reunião, que inclui a análise da situação política, prevê a eleição do substituto de Lino Ramos, que agora é deputado, no cargo de secretário-geral, sendo António Carlos Monteiro o nome proposto pelo presidente do partido, Paulo Portas.

O líder democrata-cristão vai também indicar como coordenador autárquico Domingos Doutel, ex-autarca na Câmara de Mirandela e que foi cabeça de lista do CDS/PP por Bragança em 2005.

A aprovação de uma proposta para a reorganização interna prometida por Paulo Portas estará ainda em discussão na reunião do Conselho Nacional, incluindo a delegação de competências do presidente do partido nos seus vice-presidentes.

A necessidade de manter a “autonomia” e “identidade própria” do partido no caso de o CDS-PP voltar a ser governo, como se verificou, já tinha sido antecipada por Paulo Portas no 24º Congresso, em março passado.

Nesse sentido, Paulo Portas viu aprovada uma proposta sua para permitir a criação do cargo de presidente da Comissão Executiva, que asseguraria as funções de representação do partido quando o presidente não tivesse disponibilidade por estar em funções governativas.

A hipótese foi consagrada nos Estatutos mas a ideia encontrou resistências no seio do partido e Paulo Portas admitiu em julho passado que a representação do CDS-PP poderia passar pela delegação de competências.

“Posso, sem nenhum problema, seja através de um dos vice-presidentes, seja através de um executivo, que está previsto nos estatutos, delegar uma parte de responsabilidades e uma parte de competências, para garantir que assim como se desempenham bem as missões de Estado, o partido continua a ter vida própria, continua a ter autonomia, continua a ter identidade”, afirmou Paulo Portas, no final da reunião do Conselho Nacional de julho.


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