Revista de Imprensa

O líder do PSD, Passos Coelho, manifestou-se em Ponta Delgada aberto às propostas do PSD Açores e Madeira em matéria de revisão constitucional, destaca hoje, com foto, o matutino de São Miguel, Açoriano Oriental.


O jornal adianta que Passos Coelho não se comprometeu com a extinção do cargo do Representante da República, enquanto Berta Cabral, líder do partido nos Açores defende que é preciso libertar a sociedade civil da “dominação da governação regional”.

O matutino escreve ainda que “Hospital não participa à polícia ataques de cães”, que um “Jovem tenta suicidar-se ao saltar de um terceiro andar”, que “Ambulância choca com veículo ligeiro” e que “Polícia deteve homem que bateu nos pais idosos”.

No matutino Diário Insular que se publica em Angra do Heroísmo a manchete vai para a opinião do endocrinologista, Rui César, que defende a eliminação dos sumos das escolas titulando “Região podia ir mais longe que a União Europeia”.

No Correio dos Açores, de Ponta Delgada a manchete diz que “Droga leva jovem a atirar-se de um terceiro andar, tendo ficado apenas com alguns ferimentos”.

O jornal diz ainda que “Hospitais preparados para doentes com trauma” e que “As casas dos Açores espalhadas pelo mundo não conseguem cativar a juventude para cargos de direção”.

Na União de Angra do Heroísmo a manchete, com fotos, vai Para o Dia Mundial de Turismo (que se assinala segunda feira) colocando em título que “Biodiversidade é a mais valia dos Açores”.

O Bispo açoriano – António Sousa Braga - diz que “CNE (Corpo Nacional de Escutas) é o movimento juvenil mais mobilizador nas ilhas”, e que os “Doentes deslocados com melhores condições”.

O Diário dos Açores, matutino também de Ponta Delgada, titula em manchete que “Açorianos foram os que pesquisaram mais sobre sexo na internet em 2009”.

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Jaime Vieira, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, afirmou ao Açoriano Oriental que a autarquia não decidirá sobre uma eventual transferência da EB1/JI Foros para a nova escola da Gaspar Frutuoso, uma vez que “não tem competência nem legitimidade para abrir ou encerrar estabelecimentos de ensino”