PS e PSD rejeitam acabar com prioridades regionais nos concursos de professores

PS e PSD chumbaram nos Açores uma proposta do PPM que, segundo os monárquicos, visava acabar com a prioridade que têm os professores que estudaram na universidade do arquipélago nos concursos de colocação na região.


O deputado monárquico no parlamento dos Açores, Paulo Estêvão, argumentava que o sistema não atrai os melhores professores para o arquipélago sem proteger, por outro lado, os açorianos que façam cursos noutras universidades.

Porém, o secretário regional da Educação, Fagundes Duarte, assim como a bancada do PS, consideraram que o sistema garante a fixação de professores nos Açores e dá estabilidade aos corpos docentes, o que é benéfico para as escolas e os alunos.

Aníbal Pires, do PCP, foi o único deputado que votou a favor da proposta, ao lado do PPM, mas com o argumento de que as prioridades "pervertem as regras dos concursos públicos".

O comunista disse ainda que com um período de transição não haveria professores prejudicados, porque daria espaço a que o sistema absorvesse os docentes que até agora beneficiaram das prioridades regionais.

Apesar de ter votado contra, o PSD, através de Joaquim Machado, admitiu, porém, que o sistema atual tem algumas "imperfeições" e que, passados 10 anos de aplicação, talvez seja tempo de fazer "a sua correção", ponderando os sociais-democratas apresentar uma iniciativa nesse sentido.

BE e CDS-PP abstiveram-se, embora a deputada do Bloco tenha defendido a manutenção do sistema, dadas as especificidades dos Açores, um arquipélago "no meio do Atlântico".

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