Mais de um milhar de pessoas desfilaram em Lisboa em defesa do clima


 

AO Online/ Lusa   Nacional   8 de Set de 2018, 19:59

Mais de um milhar de pessoas desfilaram este sábado em Lisboa, no âmbito da Marcha Mundial do Clima, pedindo o fim da exploração de combustíveis fósseis, para inverter o impacto das alterações climáticas.

Segundo a organização da marcha, no contexto europeu, as alterações climáticas, afetarão sobretudo Portugal.

"Com aquilo que já sentimos, com os recordes de temperatura que houve este agosto, com a seca que tivemos no ano passado, com as ondas de calor que começam a ser mais frequentes, com a ameaça que temos ao nosso litoral, Portugal é dos países que mais sofrerá com as alterações climáticas no contexto europeu", disse à agência Lusa Francisco Ferreira, da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável.

Centenas de pessoas de várias idades e nacionalidades concentraram-se desde as 17:00 no Cais do Sodré, junto à estação de comboios, onde gritaram palavras de ordem e empunharam cartazes com as frases: "Não ao Furo - Sim ao Futuro", "Deixem os Fósseis em Paz" e "Empregos para o Clima", que foram entoando durante um desfile até ao Rossio.

Sob o lema “Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!”, a iniciativa, que junta 40 organizações portuguesas de ambiente, movimentos cívicos, sindicatos e partidos políticos, está a juntar hoje milhares de pessoas em mais de 900 cidades de 95 países, sendo que em Portugal saíram à rua manifestantes em Lisboa, Porto e Faro, de acordo com Francisco Ferreira.



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