Covid-19

Homem fugiu do hospital em Coimbra e foi apanhado pela PSP na estação de comboios

Um homem de 37 anos, infetado com o coronavírus e internado no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), ausentou-se da unidade hospitalar e foi intercetado pela PSP na estação de comboios, disseram fontes policial e hospitalar.



Em comunicado, a PSP de Coimbra diz ter sido alertada para o incidente às 20h00 (menos uma nos Açores) de segunda-feira, acrescentando que foram "acionados todos os meios para o localizar, tendo sido prontamente encontrado numa estação ferroviária, preparando-se para iniciar viagem ate à sua área de residência".

O texto não esclarece qual o hospital onde o homem estava internado, qual a estação de comboios (Coimbra A ou Coimbra B, na linha do Norte) onde foi intercetado, a área de residência para onde se dirigia e em que crime incorre, após a fuga hospitalar.

A PSP de Coimbra apenas adianta, em nota intitulada "Ausência ilegítima de doente", que o homem "foi reconduzido ao hospital, vindo a ser posteriormente constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência".

Já fonte hospitalar revelou que o homem estava internado no edifício central do CHUC e que reside na região de Aveiro, para onde alegadamente se pretendia dirigir de comboio, após ter fugido do hospital.

A mesma fonte confirmou que o doente retornou à unidade hospitalar, depois de intercetado pela PSP.

No comunicado, a PSP de Coimbra diz ainda que durante a operação policial "foram garantidas todas as medidas de segurança, de proteção individual e dos recursos materiais envolvidos", indicando que estiveram envolvidos dois carros da polícia e seis agentes da autoridade e uma viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), com dois tripulantes.

Questionada pela Lusa sobre a operação policial, fonte das Relações Públicas da PSP de Coimbra recusou avançar mais pormenores, referindo que o comunicado "é estanque" relativamente às informações disponibilizadas, remetendo outros dados para a Direção Nacional, em Lisboa.

Por seu turno, o departamento de Relações Públicas da Direção Nacional da PSP, questionado por escrito pela Lusa, não respondeu, até às 18h00, às perguntas formuladas.


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