Europa devia reforçar meios militares no Afeganistão

Os países europeus membros da NATO devem reforçar a sua participação no esforço de combate no Afeganistão, porque a Europa é um dos principais destinos do ópio produzido naquele país, disse o general Loureiro dos Santos.


O general não compreende que, com a falta de resultados práticos no combate à produção e distribuição de drogas duras, enviadas para os países ocidentais, causadoras de tantos problemas e conflitos sociais, a coligação ainda não tenha adoptado "uma nova abordagem ao problema".

O comentário vem a propósito do último relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) que apresenta 100 mil mortos anuais provocados pelo consumo de drogas provenientes do Afeganistão, um número muito superior ao número de mortos em combate naquele conflito.

No caso do Afeganistão, a produção de ópio acentua o problema, porque "é o principal meio de financiamento dos senhores da guerra e de organizações terroristas, devendo ser um dos aspectos fundamentais no esforço da coligação", defende o general.
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A Marinha Portuguesa, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada, coordenou, esta terça-feira, o resgate de um tripulante de 42 anos, de nacionalidade cabo-verdiana, que se encontrava em dificuldades após ter sofrido uma queda a bordo do navio mercante em que navegava, a cerca de 203 milhas náuticas a sudeste da ilha Terceira