Documentos orçamentais dos Açores devem ser "verdadeiro programa de emergência"

Documentos orçamentais dos Açores devem ser "verdadeiro programa de emergência"

 

Lusa/AO online   Regional   14 de Nov de 2013, 11:24

O líder do PSD/Açores, Duarte Freitas, afirmou esta sexta-feira que os documentos orçamentais para 2014 devem ser encarados como "um verdadeiro programa de emergência" para a economia dos Açores, que se encontra "numa situação muito difícil".

“Temos de encarar estes documentos orçamentais como um verdadeiro programa de emergência para a economia dos Açores, que está numa situação muito difícil”, afirmou aos jornalistas Duarte Freitas, à saída de uma reunião com a direção da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada.

O Plano e Orçamento dos Açores para o próximo ano começa a ser discutido no Parlamento Regional a 26 de novembro, na cidade da Horta, sendo que o PSD/Açores anunciou na quarta-feira que se irá abster na votação.

Para o líder do maior partido da oposição nos Açores, é preciso “atuar rapidamente” para que se consiga “salvar algumas empresas, empregos e ajudar as famílias a saírem desta situação”, apesar de entender que as novidades dos últimos planos e orçamentos têm sido "sempre as mesmas”.

“Uma parte das verbas previstas no plano não são para investimentos novos. São para pagar rendas de investimentos que já foram feitos. Isso também obriga a que façamos outro tipo de análise relativamente a um plano, que é dito de investimentos para o futuro, mas que no caso tem verbas para pagar investimentos do passado”, sustentou Duarte Freitas.

O presidente do PSD/Açores disse, ainda, que o PS e o Governo Regional “já começaram a diminuir a sua retórica agressiva” depois do PSD ter anunciado que se iria abster na votação do Plano e Orçamento para 2014.

“Apelo a que de facto isso se confirme, por um lado, e por outro lado que o PS e o Governo [Regional] utilizem os seus melhores esforços em vez de atacarem as oposições e os parceiros sociais para confirmar o enfoque naquilo que é verdadeiramente importante que é resolver os problemas das pessoas e da economia dos Açores”, referiu.


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