Saúde

Marcação electrónica de consultas avança em Março

Marcação electrónica de consultas avança em Março

 

Lusa/AO Online   Nacional   24 de Dez de 2008, 10:01

 Trinta por centro dos utentes dos centros de saúde e unidades de saúde familiar poderão, em Março, marcar consultas electronicamente e receber confirmação pelo telemóvel ou mail, segundo o Ministério da Saúde.

   Fonte da tutela explicou à Lusa que o alargamento do projecto a 30 por cento dos utentes estava, inicialmente, previsto para finais de Dezembro, mas a sua concretização foi adiada para Março.

    O sistema E-Agenda esteve em teste durante os últimos quatro meses em quatro Unidades de Saúde Familiar (USF) das zonas Centro e Norte e “vai começar agora a ser alargado ao universo das unidades de cuidados de saúde primários”, afirmou a mesma fonte.

    “O processo começará pelas USF e deve abranger todos os Centros de Saúde até final do primeiro semestre de 2009”, acrescentou.

    À medida que o sistema for avançando, também se irá possibilitar a renovação de receitas para doentes crónicos por via electrónica, acrescentou.

    O sistema E-Agenda está previsto no Programa Simplex do Governo para este ano.

    No portal oficial na Internet do Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa é indicado que a medida surge no “seguimento do objectivo de desmaterialização das marcações da primeira consulta de especialidade hospitalar, iniciado com o Projecto Consulta a Tempo e Horas”.

    O sistema E-Agenda visa possibilitar marcar “outro tipo de consultas e de meios complementares de diagnóstico e de terapêutica, por meios não presenciais, com recurso a plataformas tecnológicas multi-canal (Internet, telefone, sms, etc.)”.

    Essa marcação envolverá “os diferentes serviços de saúde (hospitais e centros de saúde, nomeadamente as unidades de saúde familiares - USF)”, acrescenta o texto no portal.

    Quanto à prescrição de medicamentos e meios complementares de diagnóstico para doentes crónicos, também por via electrónica, o portal refere que os utentes poderão solicitar receitas e meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) de "forma segura e certificada e identificando univocamente o médico assistente e o utente”.

    “Assegurando a continuidade dos processos”, a medida pretende “simplificar os pedidos de prescrição nos doentes crónicos que sistematicamente ocupam a consulta das unidades prestadoras de cuidados de saúde para obter o receituário relativo ao acompanhamento da sua patologia (diabéticos, hipertensos, etc.), bem como alguns MCDT considerados relevantes para o regular controlo da sua situação clínica”.

    O calendário inicial referia Outubro para que o sistema estivesse disponível em 30 por cento das USF e que até Dezembro estivesse na totalidade destas unidades.

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