Caso Madeleine McCann

Família McCann quer uma "vida normal"

Família McCann quer uma "vida normal"

 

Lusa / AO online   Nacional   24 de Set de 2007, 12:26

A família McCann quer voltar a ter uma "vida normal" e concentrar as atenções na busca pela filha Madeleine, não estando prevista a sua presença em novas iniciativas nos próximos dias, afirmou hoje um porta-voz.
"Kate e Gerry querem voltar a ter uma vida normal e querem que as atenções voltem a concentrar-se na busca por Madeleine", vincou hoje à agência Lusa um porta-voz da campanha para encontrar a criança desaparecida no Algarve a 03 de Maio .

Segundo a mesma fonte, o porta-voz do casal, Clarence Mitchell, "respondeu hoje de manhã a perguntas dos jornalistas" num encontro com a imprensa em Rothley, localidade onde os McCann residem, mas não fez qualquer anúncio.

"A partir de agora as conferências de imprensa não serão transmitidas em directo e nos próximos dias não deverão ser dadas novas informações", acrescentou, indicando que a família quer reduzir a especulação mediática em torno do caso.

Vários jornais britânicos noticiam hoje que os McCann terão contratado uma empresa de investigação e segurança privada para ajudar a encontrar Madeleine, desaparecida enquanto passava férias com os pais e irmãos na Praia da Luz, perto de Lagos.

De acordo com o diário "The Times", a empresa "Control Risks Gourp" (CRG) terá sido contactada por Gerry McCann "menos de três semanas" depois de a sua filha desaparecer e está a trabalhar para o casal desde Maio.

A empresa, que fornece, por exemplo, serviços de segurança no Iraque, estará a confirmar alegados avistamentos de Madeleine e a procurar dados sobre os possíveis raptores.

O "Daily Mail" avança que uma pequena equipa de investigadores estará neste momento em Portugal, enquanto o "Telegraph" adianta que a empresa estará a concentrar a sua atenção em Espanha e Marrocos.

Nos últimos dias foi revelado que uma segunda pessoa, um turista britânico, afirmou à polícia britânica ter visto Madeleine em Marraquexe na mesma altura que uma cidadã norueguesa, poucos dias depois do desaparecimento.

Uma fonte ligada à equipa jurídica dos McCann confirmou o envolvimento da CRG ao "Times", mas não esclareceu como a empresa, que emprega ex-membros de forças especiais militares e serviços secretos, está a ser paga.

Confrontada pela Lusa com estas notícias, a porta-voz da campanha "Find Madeleine" recusou comentar.

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