McCann consideram usar detector de mentiras

McCann consideram usar detector de mentiras

 

Lusa / AO online   Nacional   21 de Set de 2007, 16:24

O casal McCann está disposto a submeter-se a um detector de mentiras para reforçar que está inocente no caso do desaparecimento da sua filha Madeleine, há quatro meses no Algarve, noticia hoje a imprensa britânica.

"Se lhes pedissem para se submeterem a um detector de mentiras, é óbvio que eles aceitariam", afirma uma fonte próxima da família.

"Kate e Gerry estão dispostos a fazer qualquer coisa que ajude a limpar os seus nomes", sustentou a mesma fonte, que a imprensa não identifica.

O detector de mentiras, também conhecido por polígrafo, é um aparelho que, através do registo de alterações da pressão sanguínea, batimentos cardíacos e transpiração, indica se a pessoa está a mentir ou dizer a verdade às perguntas que lhe são feitas.

Controverso em termos científicos a nível internacional, já que existem dúvidas sobre a veracidade dos resultados, o polígrafo não é aceite em Portugal como elemento de prova.

Kate e Gerry McCann, arguidos no caso do desaparecimento da sua filha a 03 de Maio na Praia da Luz, no Algarve, estão actualmente a trabalhar com os seus advogados para a sua defesa em Portugal.

De acordo com a imprensa britânica, Rogério Alves, presidente da Ordem dos Advogados, foi contratado para reforçar a equipa jurídica que assessoria o casal, juntando-se ao também português Carlos Pinto de Abreu.

Dois outros advogados britânicos, Angus McBride e Michael Caplan, trabalham igualmente para os McCann, que receberam na semana passada a promessa do empresário Richard Branson de ajudar com 150 mil euros para as despesas legais.

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