Criação da SATA Handling deverá acontecer em março

Depois de realizado o período de auscultação aos trabalhadores, será criada a SATA Handling, a nova empresa de assistência em terra que será privatizada seguindo o plano de reestruturação da companhia



O Grupo SATA prevê concluir a cisão do seu serviço de assistência em terra às aeronaves no próximo mês de março, criando assim a SATA Handling, depois de realizado o período de auscultação aos trabalhadores.

Criada a nova empresa, será dado início ao planeamento da privatização da SATA Handling, “a qual será igualmente conduzida com informação partilhada e diálogo contínuo com os trabalhadores”, refere o Grupo SATA em nota de imprensa.

Refira-se que a SATA Holding já deu início ao período legal de auscultação das estruturas representativas dos trabalhadores afetos à atividade de handling, “com a partilha do projeto de cisão que prevê a criação de uma nova empresa - a SATA Handling”, pode ler-se em nota de imprensa.

A auscultação decorrerá nas próximas semanas e incluirá “encontros com as estruturas representativas nos quais serão prestados todos os esclarecimentos necessários e recolhidos os respetivos contributos, assegurando total transparência em todas as fases”, garante o Grupo SATA.

Recorde-se que o processo de preparação da cisão do negócio de handling foi iniciado há cerca de um ano, através de um trabalho com as direções do Grupo SATA, em particular com as áreas operacionais de assistência em terra.

E conforme afirma o Grupo SATA em nota de imprensa, “este trabalho permitiu compreender de forma extensiva as funções desempenhadas e perspetivar uma alocação eficiente de recursos para a constituição de uma nova empresa que, dando cumprimento ao plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia, permita responder às necessidades do mercado e disponha de uma estrutura sólida e eficaz”.

Ainda segundo nota de imprensa, o conselho de administração da SATA Holding “toma boa nota das preocupações manifestadas por sindicatos representativos do setor, que têm solicitado garantias quanto à transparência do processo, manutenção dos postos de trabalho, direitos adquiridos e negociação coletiva”, reafirmando “o seu compromisso com um diálogo social estruturado, garantindo a partilha de informação nas diferentes fases do processo”.

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