Câmara da Madalena quer aproveitar “ao máximo” os fundos comunitários em 2019


 

Lusa/AO online   Regional   2 de Jan de 2019, 17:08

A Câmara Municipal da Madalena, na ilha do Pico, quer “aproveitar ao máximo” os fundos comunitários disponíveis para o concelho, sendo o investimento público do município, para o ano de 2019, de 4,4 milhões de euros.

“Este é um plano muito ambicioso, com muita vontade de fazer obra. Há que aproveitar os tempos e há que aproveitar as oportunidades. Não sabemos o que vem a seguir, por isso, há que aproveitar tudo o que são fundos comunitários de todas as candidaturas que nós pudermos fazer”, justificou o presidente da autarquia, o social-democrata José António Soares.

O Orçamento da Câmara Municipal da Madalena, no valor de 9,8 milhões de euros, reserva 4,4 milhões de euros para investimento, que será canalizado para obras como a construção da nova frente-mar entre a Madalena e a Areia Larga, a construção de uma ciclovia entre a Madalena e o Cachorro (freguesia das Bandeiras), e a melhoria da rede de abastecimento de água.

O reforço dos apoios sociais para os jovens e para as famílias e a captação de mais investimento privado no concelho são outras das prioridades definidas pela Câmara da Madalena, que pretende assim fomentar a economia local.

“As nossas preocupações vão nesta direção. As intenções de investimento e alguns projetos que estão a ser avaliados na Câmara Municipal, necessitam que o município esteja atento e possa dar resposta aos privados que querem investir no concelho”, realçou o autarca do PSD.

O Plano e Orçamento da Câmara Municipal da Madalena foram aprovados por maioria na Assembleia Municipal, com os votos a favor do PSD e com os votos contra da bancada socialista.

Ângela Garcia, do PS, diz que as prioridades definidas nestes documentos não são as prioridades do seu partido, lamentando também que alguns dos investimentos anunciados para 2018 não tenham sido ainda concretizados pelo executivo municipal.

“Continuamos a ter um arrastamento de vários projetos não executados”, realçou Ângela Garcia, que se queixa também do facto de o Plano e Orçamento “deixar de fora” a parte social e o apoio às instituições e às freguesias do concelho.



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