Assunção Cristas tem pena que o Governo “olhe tão pouco para a agricultura"

Assunção Cristas tem pena que o Governo “olhe tão pouco para a agricultura"

 

Lusa/Ao online   Nacional   22 de Set de 2018, 02:46

A presidente do CDS-PP disse esta sexta feira que tem pena que “o Governo olhe tão pouco para a agricultura, que é o parente pobre”, e que a “apoie tão pouco”, quando é um setor que atrai “cada vez mais pessoas”.

“Só tenho pena que o Governo olhe tão pouco para a agricultura que é o parente pobre, apoie tão pouco quando tem dinheiro de fundos europeus para por na agricultura e, infelizmente, tem muitas candidaturas paradas, muitas candidaturas sem decisão, outras aprovadas, mas sem dinheiro para as apoiar e de facto com mais apoio do Governo tudo isto consegue florescer ainda mais um pouco por todo o país”, apontou Assunção Cristas.

A líder centrista falava aos jornalistas no final de uma visita à Quinta da Pacheca, na região demarcada do Douro, em Lamego, onde participou na vindima e na pisa da uva.

“Não é a primeira vez, já vim várias vezes não só vindimar mas também pisar e, portanto, isto já não é novo e é bom, recomendo”, sugeriu a líder.

Assunção Cristas elogiou o “processo tradicional da pisa da uva” e toda a animação, com a música tradicional ao som das concertinas num “trabalho conjunto, de equipa” que é, no entender da líder centrista, “das coisas boas que o país tem também para mostrar ao mundo que cada vez mais visita” Portugal.

“Estamos aqui num espaço onde se faz muito enoturismo, não é a única região do país, mas nesta região faz-se cada vez mais, porque as pessoas gostam de vir cortar as uvas, pisar as uvas, também sabe bem beber o vinho e depois pedem para lhes enviarem para casa o vinho que estiveram a pisar, portanto, é uma relação contínua no tempo e isso é muito bom, devemo-nos orgulhar deste trabalho que é feito um pouco por todo o país”, enalteceu.

A líder do CDS-PP destacou ainda a “enorme vivacidade e dinamismo que acontece” na Quinta da Pacheca, sublinhando que há “cada vez mais gente, portugueses e estrangeiros a quererem visitar este trabalho e este processo”.

“É um casamento cada vez mais perfeito entre o trabalho agrícola e também o turismo para conhecer os nossos produtos de excelência e as nossas tradições de excelência como esta da pisa da uva”, rematou Assunção Cristas.




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