Há um par de semanas, uma investigação do Público dava nota de que cerca de 70 escolas receberam influencers (o termo vale o que vale, neste caso zero) que promovem machismo tóxico, músicas degradantes. Os mesmos foram levados por Associações de Estudantes (contaminadas por um mediatismo tóxico que confunde visibilidade com legitimidade) e com o aval dos respetivos executivos das escolas que, quero...
Chamam-lhes ‘influencers’
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