Washington critica condenação "política" de Timochenko

A administração Obama denunciou hoje a condenação "por motivos políticos" da opositora e ex-primeira-ministra ucraniana Iúlia Timochenko a sete anos de prisão


"Estamos profundamente desiludidos" com a sentença que "suscita grave inquietação quanto ao compromisso do governo ucraniano com a democracia e o Estado de Direito", declarou Victoria Nuland, porta-voz do Departamento de Estado.

A União Europeia (UE) também criticou a condenação da antiga primeira-ministra a sete anos de prisão por abuso de poder, denunciando a motivação política do processo.

"A UE está profundamente desapontada com o veredicto", disse a Alta Representante para a Política Externa da UE, Catherine Ashton, em comunicado.

Ashton salientou que a condenação de Iúlia Timochenko "confirma que a justiça está a ser seletivamente aplicada em perseguições políticas a líderes da oposição e membros do anterior Governo" da Ucrânia.

Os apoiantes de Timochenko anunciaram a intenção de recorrer da sentença e de a contestar junto da justiça europeia, apelando à luta contra "o autoritarismo" na Ucrânia.

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Uma mulher ficou em prisão preventiva depois de ter sido detida por estar “fortemente indiciada” do crime de homicídio de um irmão, em Vila Franca do Campo, em São Miguel, Açores, anunciou a Polícia Judiciária (PJ).