Universidade de Chicago procura tranquilizar depois do assassínio de estudante


 

Lusa/Ao online   Internacional   21 de Nov de 2007, 06:43

Disparos fatais contra um doutorado senegalês e outros dois ataques à mão armada próximos levaram as autoridades de uma prestigiada universidade norte-americana a tentar tranquilizar os estudantes sobre a sua segurança.
A Universidade está rodeada em três lados por três das vizinhanças mais violentas do país.

    Amadou Cisse, que a Universidade de Chicago disse ter 29 anos, foi morto a tiro quando passeava perto do recinto universitário, menos de uma hora depois de um funcionário da universidade ter sido atacado a tiro quando passeava perto e de duas estudantes terem sido roubadas à mão armada, disse a polícia.

    A presença da polícia foi reforçada terça-feira na Universidade e o reitor, Robert Zimmer, disse numa carta aos estudantes que vão aumentar por tempo indeterminado as patrulhas da polícia.

    Há muito que a Universidade se defronta com problemas de segurança. Situada no Sul de Chicago confina com três áreas ligadas ao crime. O quarto lado situa-se frente ao Lago Michigan.

    Cisse, um estudante de química defendera recentemente com sucesso a sua tese de doutoramento, disseram as autoridades. A embaixada senegalesa em Washington disse que ele era filho de um oficial das Forças Armadas já falecido e que a mãe, dois irmãos e uma irmã viviam em Dacar, a capital senegalesa.

    Foi pouco depois das 01:30 da madrugada de segunda-feira que testemunhas viram um homem disparar contra o peito de Cisse antes de fugir num carro, disse a polícia, convicta de que o incidente pode estar ligada a uma tentativa de roubo, embora a carteira e os livros de Cisse tenham ficado para trás.

    As autoridades universitárias foram criticadas por não terem informado os estudantes durante nove horas sobre a morte de Cisse e os outros incidentes.
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