Expo 2008

Rei de Espanha encerra Exposição Internacional

Rei de Espanha encerra Exposição Internacional

 

Lusa/AO online   Internacional   10 de Set de 2008, 10:55

m espectáculo de fogo-de-artifício ao som de uma composição original de Philip Glass e uma coreografia protagonizada pela primeira bailarina do Royal Ballet de Londres, Tamara Rojo, encerram no domingo a Exposição Internacional de Saragoça, Espanha.
A cerimónia de encerramento da Expo 2008 será presidida pelo Rei de Espanha, Juan Carlos I, e pelo primeiro-ministro espanhol, José Luís Rodríguez Zapatero.

    A gala de encerramento, que decorre no Palácio de Congressos, começa por apresentar a “Carta de Saragoça”, que sintetizará as conclusões de mais de dois mil peritos de todas as áreas do conhecimento, que intervieram na Tribuna da Água durante os três meses da exposição dedicada à “Água e desenvolvimento sustentável”.

    O palco do Palácio de Congressos acolhe depois a bailarina espanhola Tamara Rojo, uma sereia que, por amor, abandona a sua condição para se tornar mortal, na coreografia “Ella es agua”, com música do quarteto norte-americano Kronos Quartet.

    Após o bailado, no exterior do Palácio de Congressos, a Expo 2008 passará o “testemunho” à próxima exposição internacional, que decorrerá em Yeosu, na Coreia, em 2012 (Xangai acolhe em 2010 a próxima exposição universal).

    Para marcar essa passagem de “testemunho”, a bandeira do Bureau International des Expositions (BIE), que se encontra hasteada junto à bandeira de Espanha, será recolhida por dois voluntários, um espanhol e um coreano.

    Além do Rei de Espanha, que encerra as intervenções oficiais, irão igualmente intervir o primeiro-ministro, José Luís Rodríguez Zapatero, o presidente do BIE, Jean Pierre Lafon, o presidente do Governo de Aragão, Marcelino Iglesias, o presidente da Câmara de Saragoça, Juan Alberto Belloch, e o comissário da Expo 2008, Emílio Fernández-Castaño.

    O espectáculo de encerramento, “Paisagens do Rio”, resulta de um encontro criativo entre o compositor norte-americano Philip Glass e o cenógrafo de luz francês Christophe Berthoneau, responsável pelo fogo-de-artifício que encerrou a Expo 98, em Lisboa.

    O fogo-de-artifício, que envolve seis toneladas de pólvora, vai desenrolar-se na margem do rio Ebro, ao longo de cerca de um quilómetro e meio, unindo o recinto da Expo à Basílica do Pilar, durante 40 minutos.

    O fio condutor do espectáculo será uma composição original de Philip Glass inspirada no percurso do rio, desde o nascimento até à mistura da água doce com a água salgada, quando desagua no mar.

    Interpretada pelo Philip Glass Ensemble a partir do anfiteatro principal da exposição, a composição musical será difundida em seis pontos ao longo do rio.

    A Expo 2008 encerra domingo, após três meses em que reuniu 105 países num recinto de 25 hectares junto ao rio Ebro.

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