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O que não é medido tende a tornar-se invisível

A falta de dados sobre o consumo de substâncias durante a gravidez está a tornar invisível uma realidade atual. O psiquiatra João Mendes Coelho sublinha os riscos para mães e bebés



“Em saúde pública, o que não se mede tende a tornar-se invisível. A ausência de dados sobre consumo na gravidez é típica de problemas com forte estigma: há subnotificação por medo e vergonha e, sem processos padronizados de rastreio e registo, a informação é escassa e não representativa da realidade”, alerta João Mendes Coelho, médico psiquiatra.

Segundo o especialista, não existem atualmente...

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Maria Emanuel, coordenadora da Alternativa - Associação contra as dependências, alerta que as grávidas com dependências psicoativas vivem ainda mais à margem dos serviços e cuidados de saúde, numa realidade onde nem a gravidez quebra o ciclo de consumo