Açoriano Oriental
Micaelense sonha em chegar à Seleção Nacional e participar no Europeu

Luís Tavares, começou a praticar a modalidade aos 12 anos no único court em São Miguel e agora está em Inglaterra. Campeão nacional de juniores fala das ambições

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Foto: Gaspar Ribeiro Lança
Autor: Nuno Martins Neves

Como é que um jovem envereda por um desporto que quase não tem tradição na ilha, já para não falar em infraestruturas?


Foi amor à primeira vista, como costumo dizer. Fui treinando todos os dias e o gosto foi crescendo. Um bocado de jeito também ajudou. Antes joguei futebol como qualquer miúdo, mas não era a criança mais atlética do mundo, tinha excesso de peso. Comecei a interessar-me, o meu treinador João Vaz de Medeiros entusiasmou-me e comecei a levar o squash mais a sério. Comecei a fazer torneios mais ou menos dois anos depois de ter começado em 2012. A vinda de um amigo do meu treinador, o José Martins, da Federação Portuguesa de Badminton, que incentivou-me a entrar em competições. Inscrevi-me no PortugueseJunior Europe, onde passei duas rondas e, em 2017, acabei por vencer o torneio.


Entrevista completa na edição desta quinta-feira, 9 janeiro 2020, do jornal Açoriano Oriental

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