“A missão enquadra-se nos princípios de solidariedade, cooperação internacional e assistência humanitária, contribuindo para o reforço da capacidade de resposta em cenários de catástrofe de elevada complexidade”, salientou a Secretaria Regional da Saúde e Proteção Civil, numa nota enviada às redações.
A comitiva madeirense é constituída por seis operacionais do Serviço Regional de Proteção Civil, 11 dos corpos de bombeiros da região autónoma e um médico da Equipa Médica de Intervenção Rápida informou o executivo madeirense.
“A composição multidisciplinar da nossa equipa permite assegurar capacidades complementares de busca e salvamento, apoio médico, reconhecimento aéreo, telecomunicações, comando e coordenação operacional”, afirmou o presidente do SRPC, Richard Marques, citado na nota.
A Força Operacional Conjunta, que também integra elementos dos Açores, “será projetada com capacidade de autossuficiência logística para um período correspondente à duração da missão, estimada em 12 dias, garantindo alojamento, alimentação, abastecimento de água, comunicações, apoio sanitário e material operacional na área dos escoramentos, levando ao cumprimento das tarefas atribuídas”.
O Governo Regional não adiantou, porém, quando é que os operacionais chegam à Venezuela.
