Conselho Superior do BCP reúne pela última vez com Jardim Gonçalves

O Conselho Superior do BCP reúne-se hoje pela última vez sob presidência de Jardim Gonçalves, que renunciou a todos os cargos no banco, deixando um desafio aos accionistas que têm projectos diferentes para o banco a apresentarem-nos.


Ao fim de sete meses de conflitos públicos, da realização de três assembleias gerais de accionistas e depois de ver o seu nome envolvido em acusações de favorecimento a amigos e familiares, o fundador do BCP anunciou a renúncia a todos os cargos no banco, nomeadamente do Conselho Superior e do Conselho Geral e de Supervisão, órgãos a que presidia.

    Na ocasião, a 04 de Dezembro, Jardim Gonçalves considerou ser tempo de "acabar com a incerteza na instituição financeira" e "demarcar um rumo bem definido [para o BCP]" e desafiou os accionistas que têm "projectos diferentes para o banco a apresentarem-nos".

    A ensombrar os últimos meses de Jardim Gonçalves à frente do maior banco privado português estiveram também várias notícias sobre alegados perdões de créditos concedidos pelo BCP a empresas a que está ligado um filho de Jardim Gonçalves e o empresário Góis Ferreira, accionista do banco e amigo do banqueiro.
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Em outubro, registaram-se 370,7 mil dormidas na Região, uma descida homóloga de 2%. Turista nacional continua em queda acelerada: menos 7,7% que em outubro passado, segundo dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores.