Há dias, durante uma conversa informal no local de trabalho, alguém comentou sobre um anúncio de bacalhau que passava na televisão. A observação surgiu sem grande pretensão, entre risos e queixas habituais sobre o custo de vida: “Bacalhau? O português comum já come é paloco. Isto é um país de palocos!”.
A mesa riu-se. E eu também. Mas a frase ficou-me a roer o juízo. Não só pelo trocadilho, mas...
Um país de palocos… e de loucos
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