Dois anos após o início de um novo ciclo político, a afirmação de que Portugal está melhor e que os portugueses estão melhores não é tanto uma falsidade quanto um exercício de seleção. Como tantas vezes sucede, a narrativa governa melhor do que a realidade, e o país que se anuncia nos púlpitos raramente coincide com o país que se sente nas ruas. A validade do diagnóstico depende, essencialmente,...
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