Velho baleeiro sobe à vigia devagar. Não sobe para admirar o mar. Sobe para ver melhor, para ver antes, para distinguir a espuma do sinal. Encosta os olhos aos binóculos e procura, no azul largo, mais do que um dorso ou um sopro, procura movimento, corrente, rumo. Da vigia percebe-se uma coisa simples. Ver não é o mesmo que decidir. E decidir não é o mesmo que executar.
As grandes obras nunca...
A companha do bem comum
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