Da vigia, o velho baleeiro observa o mar e o movimento das ilhas — e fica com uma impressão simples: estamos há muito com os botes alinhados e prontos para a largada. Falta o essencial: içar velas e navegar. É esta a diferença entre autonomia formal e autonomia efetiva.
Celebrar é pouco: exercer é tudo
Cinquenta anos de Autonomia não são um ritual de calendário. São um teste vivo à nossa...
Autonomia - Bandeiras ao vento e decisões ao leme
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