Paulo Mamede preocupado com dívidas do Lusitânia

Paulo Mamede preocupado com dívidas do Lusitânia

 

Lusa / AO online   Basquetebol   7 de Nov de 2007, 17:01

O presidente da Liga de Clubes de Basquetebol (LCB), Paulo Mamede, está "preocupado" com a situação de incumprimento salarial do Lusitânia a antigos jogadores, mas espera que tudo se resolva na próxima Assembleia Geral do clube açoriano.
"Claro que estou preocupado, mas mantenho a esperança que tudo fique resolvido com a próxima Assembleia Geral do clube", disse à Agência Lusa Paulo Mamede, em referência à reunião magna agendada para 14 de Novembro.

Paulo Mamede acredita que "grande parte dos problemas que ainda persistem sejam resolvidos a partir dessa data".

"As questões formais relacionadas com a situação dos jogadores que reclamam dívidas do Lusitânia estão a ser resolvidas nos termos regulamentares", assegurou Paulo Mamede à Lusa.

Em declarações ao diário desportivo Record, Jaime Silva, que representou a época passada o emblema açoriano, denuncia que não recebeu um cêntimo do Lusitânia desde o passado mês de Maio e que notificou, por carta, clube e LCB em meados de Setembro.

O actual jogador dos espanhóis do Vigo considera, neste sentido, que o campeonato profissional, a caminho da quarta jornada da atribulada época 2007/2008, "é ilegal", já que, segundo os regulamentos, a LCB não pode aceitar a inscrição de clubes com salários em atraso.

"Quero deixar bem claro que nós (jogadores) não somos os maus da fita, trabalhamos para ganhar o nosso dinheiro e simplesmente têm de pagar o que nos devem. E até agora nada pagaram", garantiu Jaime Silva ao Record.

No que respeita ao jogador do Vigo, o Lusitânia, que na época passada conquistou, de forma inesperada, a Taça da Liga, estará em falta com um mês de salário mais prémios de jogo.

Com as saídas para a Proliga (prova organizada pela Federação) de Benfica, em litígio com os dirigentes da LCB, e Queluz, por dificuldades financeiras, o campeonato profissional ficou reduzido a sete clubes e só foi viabilizado com a inscrição do Vagos, que permitiu reunir o mínimo legal de oito representantes.
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